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A mulher e as estações do ano
A maioria das mulheres gosta de observar e mexer com plantas. Há certo encanto em fazer com que uma mudinha delicada cresça e dê folhas viçosas, flores e frutos. Esse processo nos toca de modo especial, lembrando a própria maternidade.
Comecei a pensar sobre as plantas e nossa vida e quero repartir o que aprendi sobre nossa vida emocional com as árvores. Num determinado contexto, Deus fala: “os dias do meu povo serão como os dias da árvore” (Is 65.22).
Como iniciam os dias da árvore? Se observamos a pequena semente ficaremos maravilhadas com o fato de todo o seu potencial estar armazenado num minúsculo grão. Mas, para que todas as características da árvore apareçam, ela necessita de certas condições especiais.
Em primeiro lugar, a semente deve ser colocada numa terra fértil, que lhe dê as condições para germinar. Pensando no bebê, que ele tenha uma mãe (terra) com um útero morno que acolha a semente e a nutra. Que ao nascer tenha o colo que o aconchegue e o leite que o sacie. Não é necessário ter mãe perfeita, mas sim uma que perceba a necessidade específica de cada momento, para atendê-la no mais breve tempo possível.
No caso da árvore, que ela tenha luz e água na medida. Sabemos que certas plantas precisam de mais água ou luz que outras. Assim, também uma mãe atenta às diferenças entre seus filhos poderá satisfazer melhor às suas necessidades.
O que acontece às plantas que não recebem nutrientes adequadamente? Quando falta água não haverá muito crescimento; quando há água demais, pode apodrecer.
Da mesma forma, nós também sofremos deformações. Podemos crescer mirradas e ressequidas por falta de cuidados ou então sermos maiores que o normal, mas criadas em estufa. As plantas que ficam belas somente dentro do ambiente superprotegido não aprenderam a se defender do sol, da chuva e do vento. Foram criadas por pais que não souberam a hora de encorajar a sair e aprender a enfrentar a vida.
Aprendendo com as Estações do Ano
Podemos aprender algo sobre nós ao observar a árvore nas diferentes estações do ano.Gostaria de iniciar com a primavera.
Não é por nada que as moças são chamadas de “brotos”. Parece que da mesma forma como Deus fez a natureza mais bela nesta época, também para as mulheres a juventude é a época de maior beleza física. Pela botânica, sabemos que para as flores a beleza tem uma função vital – atrair abelhas e pássaros para que as polinizem, a fim de que haja frutos.
Podemos fazer uma comparação refletindo que é nessa fase que a mulher está mais enfeitada e que está mais aberta para aceitar coisas de fora dela – ideias que frutificam em convicções para toda a vida, escolhas profissionais e a escolha um de companheiro para a vida. Assim como nas plantas, é o instinto de preservação da espécie que põe em marcha a sexualidade. Mas, justamente por ser algo tão forte, acabam acontecendo dificuldades. Uma delas é encontrar o equilíbrio na valorização do corpo.
A base para se sentir uma mulher com beleza interior e exterior vem do que foi incentivado nela na infância. Se ambos os lados tiverem sido bem dosados, provavelmente é assim que a jovem se conduzirá. A menina de ontem sente que agora se tornou uma mulher apreciada pelo seu corpo, mas isso não será suficiente para ela; sentir-se-á atraída por quem também apreciar as flores da emoção, do espírito e do intelecto.
Nem sempre, porém, as coisas ocorrem assim. Podem surgir distúrbios nessa estação. Um deles é, justamente, não conseguir entrar na primavera. Algumas mulheres não conseguem descobrir o seu encanto, a sua graça. Pode ser por insegurança, já que nunca se sentiram apreciadas quando meninas. Outras vezes pode ser que haja medo de florescer, porque a beleza é sentida como algo muito perigoso. É preferível viver descolorida, a correr riscos de descontrole.
Outro distúrbio encontrado quando a árvore não quer sair da primavera: Mulheres que querem ficar eternamente em formato de botão. Têm medo que relacionamentos mais profundos possam alterar esse estado. Tornam-se superficiais e não conseguem ligar-se num parceiro para a vida. Pensam que, se deixarem cair a flor e crescer o fruto, vão perder o encanto. Temem ficar deformadas se tiverem filhos, não conseguindo perceber a beleza das próximas fases.
O verão é a época de caírem as flores e darem lugar aos frutos. Quase invisíveis, a princípio, pouco a pouco vão tomando forma, adquirindo cor, sabor e conteúdo. Para a mulher, é uma fase muito bonita, em que sente que no seu interior algo muito precioso está se desenvolvendo. O poder conceber um filho em amor, senti-lo crescer dentro de si e vê-lo nascer é a experiência mais profunda que a mulher pode ter com seu corpo.
Essa alegoria dos frutos não vale só para ter filhos, pois é nessa fase de mulher adulta que são geradas muitas ideias e ações. A base da criatividade é ter a sensação de que de dentro de si pode “nascer” algo muito bom.
Quais as doenças do verão? Uma delas é justamente a incapacidade de criar. Há pessoas que se sentem estéreis porque não creem que haja algo de valor dentro delas. Quase sempre o início dessa doença ocorre na infância, quando os pequenos frutos da criança não foram devidamente apreciados.
O outono é a época das árvores carregadas de frutos maduros. Olha-se para a árvore e ela nos passa a sensação de plenitude, de ter chegado ao auge. Mas, ao mesmo tempo, percebe-se que a planta está no seu limite de suportar tanto peso.
Assim também a mulher que está prestes a dar à luz nos passa uma idéia de plenitude, mas também de ter chegado aos limites do que pode carregar. A expectativa do nascimento próximo é que dá o suporte dos últimos dias.
Todo o processo de criação de filhos pode ser comparado ao outono em que eles vão crescendo e um dia irão se afastar das árvores-pais para, por sua vez, se desenvolverem e darem seus próprios frutos.
Nesse processo podem surgir também distúrbios. Muitas mães têm dificuldade em largar seus frutos. Consideram seus filhos como suas propriedades. Misturam-se com o seu produto e não se dão conta de que com isso impedem que seus filhos sigam o caminho natural. Estão impedidas de ver a beleza que há no outono, com folhas e frutos coloridos caindo no chão, embelezando a natureza e saciando quem tem fome.
Talvez não se queira largar os frutos porque se teme o inverno. No sul do Brasil, inverno é tempo de muito frio, chuva e neblina. Tempo em que as árvores cessam o crescimento exterior. Elas aparecem secas e vazias no meio da intempérie.
Como é difícil lidar com os vazios de nossa vida! Chamo assim os períodos que se seguem àquelas fases de plenitude, em que cessam certas atividades que conferiam sentido ao nosso dia-a-dia. São crises como a depressão pós-parto, saída dos filhos, aposentadoria, menopausa.
Também aqui a árvore pode nos ensinar algo. No inverno ela não produz nada e descansa da atividade intensa que teve com os frutos. Mas internamente ela está viva, recompondo energias e armazenando nutrientes. Ela está se preparando para a próxima primavera.
Também no nosso ciclo natural cabem “paradas”. São épocas de não produzir nada visível, mas deixar que dentro ocorram reflexões que nos orientem e nos situem de novo na vida. Muitas vezes temos a tendência de julgar mal a pessoa que cessa suas atividades, principalmente no meio eclesiástico. Nossa mentalidade ocidental, sempre voltada para a prática, não concebe que possa ser sinal de saúde espiritual poder parar e se concentrar no intenso processo que está ocorrendo no íntimo. E que depois do inverno silencioso mas vivido intensamente na presença de Deus, há de surgir nova primavera radiante, com frutos mais saborosos, porque a árvore armazenou toda a energia de que precisava. Nosso ativismo faz com que queiramos pular esta estação e depois nos falta energia para florescer e frutificar com plenitude.
Outra dificuldade do inverno é a crise da menopausa. Os frutos biológicos cessam e muitas mulheres sentem que todo seu valor como pessoa também cessa. Acham que agora vai ser sempre inverno.
Novamente a árvore nos faz pensar que pode ter chegado a hora de deixar de florescer aqueles galhos que ficaram atrofiados enquanto os filhos ocupavam o maior lugar. Velhos sonhos, hobbies, ocupações podem finalmente ter um lugar ao sol.
Quero ainda me referir aos invernos acidentais. São pragas que fazem cair as folhas, ventos que quebram galhos, queimadas que nos atingem. São árvores companheiras que cresceram entrelaçadas conosco e que tombam, levando alguns galhos nossos juntos. Assim, sentimos as mortes e separações, e tal como as árvores, ficamos desfiguradas e perdemos nosso viço. O que fazer? No início, nada, talvez. Só se permitir viver esse inverno doloroso, crendo que dentro de nós, pouco a pouco, inicie a restauração. Esperar que a graça de Deus e o calor dos amigos possam cicatrizar as feridas, e que no seu devido tempo brotem novos galhos no lugar daqueles que tombaram, e que daqueles galhos nascidos no meio da dor possam brotar flores e crescer frutos baseados na confiança de que “enquanto a terra durar, não deixará de haver semente e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite” (Gn 8.22).
Karin Hellen Kepler Wondracek
Psicóloga, Porto Alegre – RS
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Este blog tem a finalidade da divulgação da palavra de Deus ás mulheres e as famílias, com artigos e eventos do MCA da PIBI "Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Depois da glória ele me enviou às naçoes que vos despojaram: porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho" Zacarias 2-8
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sexta-feira, 16 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Aniversário da MCA
Data muito especial ontem na PIBI,( Primeira Igreja Batista em Itanhaém) onde toda a igreja estava reunida com a MCA ( Mulheres Cristãs em Ação) para comemorar três datas importantes:
:
" Dia da esposa de Pastor"
"Dia Internacional da Mulher"
" 33 Anos de Aniversário da MCA"
Contamos com a presença das Congregações do Gaivota, do Coronel e do Cabuçu, além de pastores de outras igrejas.
Foram homenageadas as esposas de pastor:
irmã Moema Vargas, esposa do pastor André Vargas
irmã Joyce do Nascimento, esposa do pastor Vanderlei Nóbrega do Nascimento
irmã Cecília do Valle, esposa do pastor Sergio do Valle, e esposas de pastor que estavam presentes.
Lembrando como tudo começou, a irmã Teresa Favaro homenageou as irmãs Anésia e irmã Cinira, que foram as primeiras a se reunirem juntamente com outras, no trabalho das Mulheres Cristãs em Ação antes denominada" União Feminina Missionária", salientou o papel da mulher cristã nos dias de hoje como grande colaboradora na igreja.
O Coral Antídoto Ribeiro abrilhantou essa noite com um número muito especial.
Mensagem maravilhosa a irmã Daniela Caldas filha da nossa coordenadora Fátima Caldas, da Igreja Batista de Itararé, em Colossenses 2- 6 e 7, que enriqueceu muito nossas vidas.
Aqui também fica registrado o agradecimento feito pela irmã Fátima Caldas- Coordenadora da MCA à todas as mulheres que participaram e colaboraram para que o evento fosse realizado, mas também a uma pessoa muito especial que tem ajudado e muito a nossa PIBI, a irmã Shirley Rios.
O pastor Vanderlei Nóbrega do Nascimento orou pelas mulheres da nossa PIBI e pela vida da irmã Fátima Caldas ( Coordenadora da MCA)
Fotos:
| Coordenadora da MCA - irmã Fátima Caldas |
| Entrada das Bandeiras |
| Homenageada- irmã Moema Vargas |
| homenageada- irmã Cecília do Valle |
| Homenageada- irmã Joyce do Nascimento |
| Coral Antídoto Ribeiro |
| Homenageadas - esposas de pastores |
| irmã Teresa Favaro falando às mulheres |
| homenageadas- irmãs Cinira e Anésia |
| pastor Vanderlei Nóbrega do Nascimento |
| irmã Daniela Caldas |
| ministra de Música da PIBI- Irmã Joyce do Nascimento |
| irmã Shirley Rios |
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Febe- Uma mulher de negócios
Em Romanos 16- 1 e 2 lemos sobre Febe.
" Recomendo-vos a nossa irmã Febe que é serva da igreja que está em, Cencreia; para que a recebais no Senhor, de um modo digno dos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque ela tem sido o amparo de muitos, e de mim em particular".
No primeiro século cristão, o correio imperial de Roma não aceitava correspondências particulares. Uma epístola como essa de Paulo à igreja em Roma, teria que ser enviada por alguém em que ele depositava muita confiança. Provavelmente Febe fez a viagem longa, difícil e perigosa de Cencréia até Éfeso, por terra, donde teria embarcado para Roma.
Paulo faz as seguintes referências a Febe; Primeiro , diz ser ela nossa irmã. Fazia parte da família de Deus.
Segundo, Febe era serva, a mesma palavra de onde se deriva a palavra diaconisa.
Terceiro Paulo diz que Febe" tem sido o amparo de muitos" isto é, ela colocava a si mesma e os seus bens, à disposição de quem estivesse necessitado. Era destemida, generosa,sensível às necessidades dos outros.
Em quarto lugar, Paulo acrescenta"...e de mim em particular" dando-nos a entender que em uma hora de necessidade na vida do grande apóstolo. Febe ministrou-lhe.
A essa mulher de negócios, Paulo entregou a incumbência de levar uma carta- o maior tratado teológico que a igreja de Cristo pussui-à igreja cristã em Roma, que instruiu a igreja à prestar-lhe todos e quaisquer serviços que ela necessitasse.
Em Febe, mulher de negócios do primeiro século cristão vemos as qualidades de compaixão, benignidade e lealdade..
" A mulher cristã, no exercício de suas atividades no mundo, na sociedade, no trabalho, assumindo as funções de participantes desse mundo tem como tarefa primordial, ajudar, temperar e melhorar o seu meio ambiente, assim como o sal e a luz atuam e melhoram, o ambiente em que operam. Sendo cristã, ela é a própria presença de Cristo na fábrica, na sala de aula, no balcão da loja, na casa da patroa onde trabalha como doméstica, na favela onde penetra como assistente social, no hospital onde suaviza a dor, no restaurante onde serve a mesa, no banco onde funciona como caixa etc......"
A mulher cristã desenvolve seu papel no mundo quando torna o mundo um lugar melhor, quando enfim, inclina os corações dos homens para Deus.
" Recomendo-vos a nossa irmã Febe que é serva da igreja que está em, Cencreia; para que a recebais no Senhor, de um modo digno dos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque ela tem sido o amparo de muitos, e de mim em particular".
No primeiro século cristão, o correio imperial de Roma não aceitava correspondências particulares. Uma epístola como essa de Paulo à igreja em Roma, teria que ser enviada por alguém em que ele depositava muita confiança. Provavelmente Febe fez a viagem longa, difícil e perigosa de Cencréia até Éfeso, por terra, donde teria embarcado para Roma.
Paulo faz as seguintes referências a Febe; Primeiro , diz ser ela nossa irmã. Fazia parte da família de Deus.
Segundo, Febe era serva, a mesma palavra de onde se deriva a palavra diaconisa.
Terceiro Paulo diz que Febe" tem sido o amparo de muitos" isto é, ela colocava a si mesma e os seus bens, à disposição de quem estivesse necessitado. Era destemida, generosa,sensível às necessidades dos outros.
Em quarto lugar, Paulo acrescenta"...e de mim em particular" dando-nos a entender que em uma hora de necessidade na vida do grande apóstolo. Febe ministrou-lhe.
A essa mulher de negócios, Paulo entregou a incumbência de levar uma carta- o maior tratado teológico que a igreja de Cristo pussui-à igreja cristã em Roma, que instruiu a igreja à prestar-lhe todos e quaisquer serviços que ela necessitasse.
Em Febe, mulher de negócios do primeiro século cristão vemos as qualidades de compaixão, benignidade e lealdade..
" A mulher cristã, no exercício de suas atividades no mundo, na sociedade, no trabalho, assumindo as funções de participantes desse mundo tem como tarefa primordial, ajudar, temperar e melhorar o seu meio ambiente, assim como o sal e a luz atuam e melhoram, o ambiente em que operam. Sendo cristã, ela é a própria presença de Cristo na fábrica, na sala de aula, no balcão da loja, na casa da patroa onde trabalha como doméstica, na favela onde penetra como assistente social, no hospital onde suaviza a dor, no restaurante onde serve a mesa, no banco onde funciona como caixa etc......"
A mulher cristã desenvolve seu papel no mundo quando torna o mundo um lugar melhor, quando enfim, inclina os corações dos homens para Deus.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
A mulher da Era pós moderna (Ivone Boechat)
A mulher da Era pós moderna (Ivone Boechat)
A mulher da Era-pós moderna deve aparecer nos editoriais “completamente desnuda de vulgaridade e totalmente vestida de inteligência”. Sua elegância se fará notar pela suavidade dos adereços. Na boca, um precioso implante de palavras que desviem o furor. Cílios nada postiços, capazes de filtrar o excesso de pó que pulverizam na vida das pessoas e uma lente de contato para enxergar as qualidades do próximo. Nos cabelos, condicionadores que amaciem o afago das mãos que se apressem a moderar, acalmar, abrigar.
A mulher deve se preparar para ser modelo. Só pisar nas passarelas da vida, sob as luzes do flash da simpatia! Para manter a forma, uma dieta diferenciada. Evitar os frutos amargos que se colhem nos canteiros do ressentimento, nunca se afogar numa sopa de mágoa, regada a disse me disse, nem pensar em se viciar na overdose da desgraça alheia.
Toda noite, a mulher pós-moderna tem o cuidado de limpar do rosto as teias da decepção daquele dia e espalhar muita alegria em volta dos olhos, da boca, áreas mais afetadas pela desidratação que a tristeza provoca! A reposição hormonal do amor, da fé, da misericórdia e da compaixão é feita em alta dosagem, porque já se provou cientificamente que o único efeito colateral que provoca é a manifestação de bondade.
A mulher pós-moderna não pode se descuidar de suas mãos. Ela tem nos dedos a aliança de compromisso com a dor alheia. Na bolsa, uma cartela de pílulas da felicidade e também não podem faltar moedas para facilitar o troco: ofensa se troca pelo perdão. Afinal, ela só anda na última moda, moda e mudança são palavras irmãs. Roupa de marca é roupa que marca a sua presença nas rodas sociais, pela discrição e dignidade.
A mulher pós-moderna não é pesada no self-service cultural, como uma salada de frutas: melão, melancia, morango; ela é louvada e reconhecida no jardim da família pelo nome das flores que ajudou a plantar: mulher margarida, mulher rosa, mulher violeta, mulher hortência, mulher-amor-perfeito.
A mulher pós-moderna é embaixadora da paz. É vigilante pertinaz da preservação da vida! A plástica de sua beleza interior não perde a validade. Seu corpo espiritual se reabastece nos mananciais da fé.
“E todos os teus filhos serão ensinados do SENHOR; e a paz de teus filhos será muito grande.”Isaías 54.13
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sábado, 21 de janeiro de 2012
Ester- Poema de Gleide Rosalee
ESTER...
...era uma linda mulher!
Deus Pai Criador,
de muita formosura a presenteou.
Colocando-se ela, a Sua disposição,
dentre outras, foi levada ao palácio real
O Rei, somente dela se agradou;
foi, então, eleita Rainha.
Discreta, simples, sábia,
tornou-se veículo de salvação
de todo um povo!
Marcou ela, época,
na história de Israel.
Sê tu, jovem, mulher, como Ester.
Dignifica o teu Senhor,
no teu falar, no teu vestir,
no teu sentir, no teu agir.
Verás que imensamente feliz
tua vida será, sempre que a Jesus
GLORIFICAR!
...era uma linda mulher!
Deus Pai Criador,
de muita formosura a presenteou.
Colocando-se ela, a Sua disposição,
dentre outras, foi levada ao palácio real
O Rei, somente dela se agradou;
foi, então, eleita Rainha.
Discreta, simples, sábia,
tornou-se veículo de salvação
de todo um povo!
Marcou ela, época,
na história de Israel.
Sê tu, jovem, mulher, como Ester.
Dignifica o teu Senhor,
no teu falar, no teu vestir,
no teu sentir, no teu agir.
Verás que imensamente feliz
tua vida será, sempre que a Jesus
GLORIFICAR!
(Et 1-9; Sl 144.12b)
Gleide Rosalee
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
" E assim, fez Deus"
Vera era uma jovem senhora
Chega aqui em Itanhaém
Trazendo duas crianças
Não conhecia ninguém
Coragem não lhe faltava
Também comunicação
E pra todos que chegavam
Ela estendia a mão
Foi assim que em pouco tempo
"Mãezona" se tornou
Adolescentes e jovens
A todos ela adotou
Então a casa de Vera
Virou um grande coração
E uma colônia de férias
Que transmitia emoção
Vera logo ampliou
O seu leque de amizade
Agora já tinhas amigos
Por toda essa cidade
E Deus que muito a amava
Dela ia sempre cuidando
Algo muito especial
Ele estava planejando
Uma aliança perdida
Marlene foi procurar
Numa loja da cidade
Fernanda foi encontrar
Marlene nesse momento
Precisava trabalhar
Ali naquela Colônia
A Vera foi procurar
Como era plano de Deus
Tudo ia acontecendo
Uma grande amizade
Entre as três fora crescendo
Marlene apresenta à Vera
O seu amigo Jesus
Ela abrindo seu coração
Encontrou a paz e luz
Chega aqui em Itanhaém
Trazendo duas crianças
Não conhecia ninguém
Coragem não lhe faltava
Também comunicação
E pra todos que chegavam
Ela estendia a mão
Foi assim que em pouco tempo
"Mãezona" se tornou
Adolescentes e jovens
A todos ela adotou
Então a casa de Vera
Virou um grande coração
E uma colônia de férias
Que transmitia emoção
Vera logo ampliou
O seu leque de amizade
Agora já tinhas amigos
Por toda essa cidade
E Deus que muito a amava
Dela ia sempre cuidando
Algo muito especial
Ele estava planejando
Uma aliança perdida
Marlene foi procurar
Numa loja da cidade
Fernanda foi encontrar
Marlene nesse momento
Precisava trabalhar
Ali naquela Colônia
A Vera foi procurar
Como era plano de Deus
Tudo ia acontecendo
Uma grande amizade
Entre as três fora crescendo
Marlene apresenta à Vera
O seu amigo Jesus
Ela abrindo seu coração
Encontrou a paz e luz
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
Um exemplo de fé
Disse Jó: " Saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei. O Senhor o deu, O Senhor o levou, louvado seja o nome do Senhor. O Senhor chamou para sí a irmã Vera Lúcia Rhoden nesta segunda feira. Nós da família PIBI expressamos nossos sentimentos á todos os seus entes queridos, pedindo à Deus que fortaleça os corações tão entristecidos com essa perda. Ela nos deixou um exemplo de fé e coragem, em momentos tão difíceis na sua enfermidade,ela sempre estava confortando a outras pesssoas. Louvamos á Deus por te-la conhecido.

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domingo, 30 de janeiro de 2011
Mulher, esposa
A mulher no lar é o grande elo, o ponto de equilíbrio, a criadora de momentos felizes. A mulher é capaz de transformar o seu lar para o bem ou para o mal, em qualquer situação.
A mulher ajudadora é capaz de completar o homem, consciente de que em Cristo não há diferença quanto ao valor diante de Deus. Testemunhando de Jesus em seu dia a a dia, ungida pelo Espírito Santo, tal como Maria, mãe de Jesus, é submissa, primeiramente à Deus, e depois ao marido que foi por Ele colocado como líder do lar. Ajudar ou auxiliar são formas que demonstram o amor exercido pela mulher em relação a seu esposo, sem escravidão ou imposição, sem anulação de identidade.
Mulheres sábias edificam a sua casa obedecendo a Deus. Uma vida em paz de marido e mulher resulta na existência saudável e feliz. Já uma vida em conflito gera ansiedade, insegurança e medo. A vida em paz de um casal repercute na sociedade como referência para muitos lares que estão em formação e auxiliam aqueles que estão em processo de separação, precisando de ajuda.
Devemos nos espelhar em mulheres escolhidas por Deus cujo testemunho bíblico é conhecido, por sua humildade e sinceridade de caráter e fidelidade. A liderança dada por Deus ao homem faz com que a mulher sábia reconheça esse fato e leve esse reconhecimento a seus filhos, fazendo com que a figura do pai seja honrada e respeitada. A competição na liderança do lar não é aprovada por Deus. Lembram-se de Raquel que quis anular a vontade de Deus ao fazer com que Jacó enganasse ao pai? Nunca mais ela pôde ver o seu filho e a desunião que provocou entre os irmãos durou muitos anos.
Trecho do artigo de Heloiza Helena R.A.Pimentel( Revista Visão Missionária)
Efésios 5- 22-33
(Vós, mulheres,submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor.Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja sendo ele próprio o Salvador do corpo. Vós maridos amai vossa mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. Por isso deixará o homem a seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher , e serão os dois uma só carne. Grande é esse mistério, mas eu falo em referência a Cristo e a igreja. Todavia também vós, cada um de per si assim ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie a seu marido)
A mulher ajudadora é capaz de completar o homem, consciente de que em Cristo não há diferença quanto ao valor diante de Deus. Testemunhando de Jesus em seu dia a a dia, ungida pelo Espírito Santo, tal como Maria, mãe de Jesus, é submissa, primeiramente à Deus, e depois ao marido que foi por Ele colocado como líder do lar. Ajudar ou auxiliar são formas que demonstram o amor exercido pela mulher em relação a seu esposo, sem escravidão ou imposição, sem anulação de identidade.
Mulheres sábias edificam a sua casa obedecendo a Deus. Uma vida em paz de marido e mulher resulta na existência saudável e feliz. Já uma vida em conflito gera ansiedade, insegurança e medo. A vida em paz de um casal repercute na sociedade como referência para muitos lares que estão em formação e auxiliam aqueles que estão em processo de separação, precisando de ajuda.
Devemos nos espelhar em mulheres escolhidas por Deus cujo testemunho bíblico é conhecido, por sua humildade e sinceridade de caráter e fidelidade. A liderança dada por Deus ao homem faz com que a mulher sábia reconheça esse fato e leve esse reconhecimento a seus filhos, fazendo com que a figura do pai seja honrada e respeitada. A competição na liderança do lar não é aprovada por Deus. Lembram-se de Raquel que quis anular a vontade de Deus ao fazer com que Jacó enganasse ao pai? Nunca mais ela pôde ver o seu filho e a desunião que provocou entre os irmãos durou muitos anos.
Trecho do artigo de Heloiza Helena R.A.Pimentel( Revista Visão Missionária)
Efésios 5- 22-33
(Vós, mulheres,submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor.Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja sendo ele próprio o Salvador do corpo. Vós maridos amai vossa mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. Por isso deixará o homem a seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher , e serão os dois uma só carne. Grande é esse mistério, mas eu falo em referência a Cristo e a igreja. Todavia também vós, cada um de per si assim ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie a seu marido)
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Chá da Amiga
No último sabado dia 11 de Setembro nós da MCA estivemos reunidas numa tarde muito especial, Chá da Amiga.
Convidamos nossas amigas que não são da Igreja, para estarem compartilhando nesse evento.
Contamos com a presença da irmã Joice que com os louvores juntamente com o quarteto enriqueceu essa programação, e da irmã Rosemeire Azevedo que nos trouxe uma palavra muito edificante.
Muito Obrigada á todas que puderam estar conosco nesse momento.
Convidamos nossas amigas que não são da Igreja, para estarem compartilhando nesse evento.
Contamos com a presença da irmã Joice que com os louvores juntamente com o quarteto enriqueceu essa programação, e da irmã Rosemeire Azevedo que nos trouxe uma palavra muito edificante.
Muito Obrigada á todas que puderam estar conosco nesse momento.
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Débora
Débora
“ Abelha Operosa”
Só de fato da palmeira ser identificada como “ de Débora” nos evidencia isto. O nome desta esposa de Lapidote, de quem pouco sabemos, quer dizer “ abelha”, de onde podemos tirar o significado de trabalhadora, operosa. De tal forma sua atuação era positiva e benéfica que o lugar onde assistia ao povo passou a ser chamado de “ a palmeira de Débora”. O fato se torna mais marcante, ainda quando lembramos que estamos diante de um povo que não estava acostumado à liderança feminina. Débora por assim dizer, é a primeira mulher líder a surgir na palavra de Deus.
“ Abelha Operosa”
Só de fato da palmeira ser identificada como “ de Débora” nos evidencia isto. O nome desta esposa de Lapidote, de quem pouco sabemos, quer dizer “ abelha”, de onde podemos tirar o significado de trabalhadora, operosa. De tal forma sua atuação era positiva e benéfica que o lugar onde assistia ao povo passou a ser chamado de “ a palmeira de Débora”. O fato se torna mais marcante, ainda quando lembramos que estamos diante de um povo que não estava acostumado à liderança feminina. Débora por assim dizer, é a primeira mulher líder a surgir na palavra de Deus.
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
A Mulher que eu construo
Essa mulher que dia a dia construo,
Deve ser forte e pura; de vontade firme e visões!
Sua deve ser a paciência. Seu o sagrado dever
de compreender os corações.
Abatidos e vencidos, ou felizes e vitoriosos!
Essa mulher que dia a dia construo, com sues feitos e pensamentos ocultos,
Mostrará, aqueles que em seus olhos buscam,
Tudo o que fez, desejou e soube não ser estulto!
Oh! desejo sabiamente escolher.
E pensamentos errôneos Longe atirar
Afim de desejos puros possuir,
Banindo o temor, o gênio a dúvida
Tudo afazer infeliz no porvir!
Essa mulher, que dia a dia construo.
Deve crescer em bondade, firmeza e liberdade;
Preenchendo seu lugar com coragem, sabedora e amor.
Sejam quais forem as lutas, as maldades;
Sendo sempre forte e livre, Senhor,
A mulher que ora é meu sonhar,
Revestida do poder da oração, da graça, de amar!
Tradução e adaptação de W.Almeida
( Revista Visão Missionária)
Deve ser forte e pura; de vontade firme e visões!
Sua deve ser a paciência. Seu o sagrado dever
de compreender os corações.
Abatidos e vencidos, ou felizes e vitoriosos!
Essa mulher que dia a dia construo, com sues feitos e pensamentos ocultos,
Mostrará, aqueles que em seus olhos buscam,
Tudo o que fez, desejou e soube não ser estulto!
Oh! desejo sabiamente escolher.
E pensamentos errôneos Longe atirar
Afim de desejos puros possuir,
Banindo o temor, o gênio a dúvida
Tudo afazer infeliz no porvir!
Essa mulher, que dia a dia construo.
Deve crescer em bondade, firmeza e liberdade;
Preenchendo seu lugar com coragem, sabedora e amor.
Sejam quais forem as lutas, as maldades;
Sendo sempre forte e livre, Senhor,
A mulher que ora é meu sonhar,
Revestida do poder da oração, da graça, de amar!
Tradução e adaptação de W.Almeida
( Revista Visão Missionária)
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